Povero Rigoletto!


Cortesãos, raça vil e danada,

por que preço

venderam a minha querida?

A troco de  ouro nada vos repugna,

mas a minha filha é um tesouro incalculável.

Devolvei-ma, senão esta mão, ainda que

desarmada, será para vós implacável;

nada há na terra que assuste o homem

que defende a honra de seus filhos.

Abri-me esta porta, assassinos, abri-ma!

.

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