Os versos imaginários

Numa imagem da vida mundana, por vezes imiscui-se a poesia, forte, subtil e latente. Desse repto nasceu o Free Verse Project, uma iniciativa organizada pela informal Academia de Poetas Americanos, em que os entusiastas da fotografia e do verso puderam compor as suas imagens do mundo real e pintá-las com as formas e os contornos de algumas linhas escritas.

Vale a pena visitar a  secção dos finalistas, bem como deambular por entre as restantes contribuições.

Eis alguns dos meus predilectos, com links para os originais e a identificação dos escritores:

I have measured out my life in coffee spoons.

Do I contradict myself? Very well then, I contradict myself. (I am large, I contain multitudes)

Miracles

As to me, I know nothing else but miracles.

It will not last the night

Time collapses between the lips of strangers.

E eu, se me tivesse deparado com isto antes,

e tivesse um pingo de criatividade?

Eu provavelmente deixaria

Yes, I being
the terrible puppet of my dreams, shall
lavish this on you

(de Hart Crane) ao lado de uma tigela de sopa de mastigar, ou então num consultório antigo, pespegado num frasco baço de óleo de castor.

Com as etiquetas ,

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: